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	<title>www.PedroBaraoCampos.com</title>
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	<description>A poesia, o pensamento e o sentir de Pedro Barão de Campos.</description>
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		<title>Intensidade &#8211; Livro de Poesia! Compre aqui o seu.</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 17:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia escrita]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo livro de poesia &#8220;Intensidade&#8221; de Pedro Barão de Campos Sinopse: Intensidade é uma viagem que levará o leitor por lugares de pensamento e reflexão onde se abordam os intemporais dilemas humanos. [Sou feito de pensamentos que vêm e vão como as ondas nos rochedos! O incrível é que os pensamentos pensam por eles próprios dentro de mim, como se fossem figuras duplas de um universo mais amplo (...) e eu apenas mais um dos pensamentos, e dentro de mim, mil pessoas dançando em volta da fogueira da alma (...)] Onde comprar o livro? Em Portugal: Aqui, compre directamente ao autor e receba o seu livro com uma dedicatória personalizada e autografado. Formatos disponíveis: papel e livro digital Edição comum &#8211; 12 € + portes de envio (inclui livro autografado, dedicatória personalizada e marcador de livros) Edição especial &#8211; 15 € + portes de envio (inclui livro de capa dura autografado, dedicatória personalizada e marcador de livros) * * * Livrarias Online Formatos disponíveis: papel e livro digital Portugal Bubok &#8211; http://www.bubok.pt (Brevemente estará disponível noutros locais.) No Brasil: Bookess &#8211; http://www.bookess.com]]></description>
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		<title>Vislumbre</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 16:56:47 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Poesia escrita]]></category>

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		<description><![CDATA[Disseste-me, há décadas atrás Que a folha vazia sob a mesa Era o teu pesadelo E eu ri-me&#8230; pensando-te louco&#8230; Dizias, nesse tempo Que a liberdade que procuravas, fervorosamente livre, excelsa e simples Era talvez, a epifania suprema&#8230; Com que sonhavas poderes ser mais do que tu mesmo&#8230; Alcançando o protótipo quimérico de um amor reinventado Ou de algo que, naquele momento, não entendi muito bem&#8230;. Lembro-me de te ouvir falar sobre o silêncio E sobre a dor indefinível que te inundava o sangue E sobre o assobio agudo ao ouvido pronunciando-te palavras indizíveis de desilusão&#8230; Por descobrires mais tarde Que o castelo que construías Tinha fundações frágeis feitas de ilusão e utopia&#8230; Ouvi-te, atento, falares com nostalgia Dos sonhos que tinhas por cumprir De todos os livros que tinhas para escrever E das palavras, todas elas, cheias e repletas, essas palavras que te nasciam nos dedos Como água nas fontes&#8230; E que te deixavam num estado de euforia breve&#8230; Nesse espasmo de notícia Que afinal nunca aconteceu&#8230;! E dos mundos que construíste dentro da imaginação Mundos inteiros, complexos de devaneios Esboços solenes dos paradigmas da tua incompreensão E eu, ignorante, julguei-te taciturno e rabugento, Enquanto falavas da tristeza que [...]]]></description>
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		<title>Sombra Oculta</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 20:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia escrita]]></category>

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		<description><![CDATA[Olhos atentos que olham para mim Sou o centro do vazio que brota aqui Já não durmo com sombras nem cores multifacetadas Sou mero simbolismo de um relento circunscrito a um limiar de ontens Dissipando a fúria em segundos de loucura E deixando de ser, pouco a pouco, o sonho&#8230; Apago&#8230; o espírito e a fé em algo mais&#8230; E desfaço-me num núcleo de nadas&#8230;! Amanhã, serei o regresso A algo que já não saberei descrever Quando no ponto mais alto da montanha Sentir vontade de voltar a ter a confiança De ti em mim&#8230; De voltar a ser pessoa&#8230; igual a todas as outras pessoas&#8230; E a sentir&#8230; Que não estou sozinho&#8230; Mas, na avenida, longe, depois de espreitares à janela Lá fico eu novamente&#8230;  imóvel&#8230; de olhos fechados&#8230; invisível&#8230; Então, perceberás&#8230; que já morri&#8230; Sou apenas uma sombra oculta Ignorando o seu destino. &#160; Pedro Barão de Campos.]]></description>
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		<title>Serena no jardim</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 18:44:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Penso, às vezes No que ficou para trás Versos feitos em cima de pedras Pedras desgastadas entre a solidão E um templo de utopia Ao longe, a caminho da montanha! Como desejei ter ali A saudade da mão de alguém E o abraço quente Na brisa fria De um monte De ventania. E ali, no cimo da rocha breve Vi na névoa lisa, mar de ontens Muro que separa o terreno do etéreo Que toda a minha desorientação Poesia, música e indecisão É o resultado da vã procura Que procurando tudo em redor Sem saber, sempre te procura&#8230; A ti Que dormes serena No jardim. Pedro Barão de Campos. &#160;]]></description>
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		<title>Dedos no ar..</title>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2011 18:02:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dedos no ar Ponham os dedos no ar! Quando quiserem pedir ao sol que vos ilumine&#8230; Quando quiserem soltar as ondas do vazio&#8230; Ou escutar a melodia de um olhar&#8230; Façam o favor&#8230; De pôr os dedos no ar&#8230;! Dedilhando versos&#8230; Pedia ao vento que soprasse sobre mim&#8230; E me afastasse o desespero&#8230; Este que o odor a saudade me provoca aqui&#8230; Sou um prédio inteiro Com varandas abertas para o céu Tenho caves escondidas E quartos ocultos Paredes secretas Que segredam os medos e os sustos.. E morro quando o bater de uma asa Sacode o silêncio frio do momento Dói a cor Dói o gesto Sinto falta de nós os dois E não estou Eu aqui Onde estou? Então onde estou? Alguém me ouve&#8230;? Alguém me responde&#8230;!? Ah&#8230; já me esquecia de pôr o dedo no ar&#8230; O dedo no ar&#8230; Para Deus me ouvir.. dizer&#8230; Reflectir.. duvidar, perguntar&#8230; Onde está Deus&#8230;!? &#160; Pedro Barão de Campos. &#160;]]></description>
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		<title>Labirinto</title>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2011 17:58:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Longe&#8230; Quero estar longe. Há tantas palavras que fogem dos meus dedos E pensamentos que negam quem sou&#8230; Longe&#8230; Queria apenas estar longe. Não de algo em particular De uma pessoa ou de um lugar Mas longe de mim.. Longe do pensamento&#8230; Longe&#8230; de pensar..! É que pensar faz doer Quando a lembrança e pergunta Se unem numa só resposta Há tanta coisa que dói sentir..! Dói, sentir a dor vaga Da memória que respira aqui Exaltam-se os braços Esticam-se os cabelos no chão Há lábios que se amarram Na antecâmara da negação! Quando a loucura já é em vão Displicente a lanterna Que percorre a noite vadia Sou apenas a sombra de um sonho Que ontem parecia ser verdade, magia Perto&#8230;! Estive sempre tão perto de todos os lugares&#8230; Perto de um beijo&#8230; Perto de uma estátua para a imortalidade&#8230; Perto de um copo vazio&#8230; ou cheio&#8230; tanto faz&#8230;! Perto&#8230; Tão perto de estar longe&#8230; Porque é assim&#8230; Nos corredores de um labirinto Não há trilho ou astrolábio que nos sirva Para encontrar o caminho de regresso a casa&#8230; Perto&#8230; Quero estar perto. Há tantos momentos que se reunem entre os meus dedos E imagens que concretizam quem [...]]]></description>
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		<title>É talvez o último segundo</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 18:54:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este é talvez o último segundo De respirar este verso nú Sem forma, sem cor, sem triunfo É talvez o último tempo do mundo&#8230;&#160; E todos, na multiplicidade de mim&#8230; Manifestam-se em endofasia constante Batem palmas, assobiam, gritam, rufam Num ensurdecedor adormecer Querem entrar&#8230;! Querem sair&#8230;! Querem todos mostrar-se simultaneamente neste fim&#8230; Sobem escadas, descem avenidas&#8230; Com as cortinas rasgadas Vêem que já não há mais maravilhas! &#8211; A esperança terminou. E no céu agita-se um falcão negro Negro como o sangue do medo Frio como a pedra mais cinzenta e dura Nulo&#8230; como o vazio mais perpétuo&#8230;! Daqui a nada serei menos que esse vácuo&#8230;! E amanhã acordarás ignorando Que ontem foi o dia em que parti. Pedro Barão de Campos.]]></description>
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		<title>Desce</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 18:50:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desce sobre mim Rompe-me a noite E nega-me o vento Que te castiga no silêncio O que sou eu? Esta pedra cansada e neutra E mudada &#160; O que sou eu? Morri! Já não sou nada! Pedro Barão de Campos.]]></description>
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		<title>Inevitável</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 09:57:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inevitável&#8230; Noite Acordas comigo? Aconteça o que acontecer&#8230;? Já deixei as estrelas que olhei E o estômago vazio No tempo de um suspiro Então parti para lá do monte Escondi os medos dentro de um pote de cerâmica E afastei-me da ideia de que o tempo me irá apanhar Aconteça o que acontecer&#8230; É impossível manter em mim a imortalidade E esta juventude já não depende da atitude É apenas uma casca bonita para um estar que irá cair É inevitável&#8230; Aconteça o que acontecer&#8230; &#160; Pedro Barão de Campos.]]></description>
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		<title>Iniciando o caminho&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 19:04:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem-vindos. &#160; Este é o novo espaço privilegiado para divulgar o meu pensamento e os meus trabalhos ao nível da escrita, bem como a restante atividade profissional. Será também um espaço de partilha de experiências, conhecimentos e interesses. Aqui serão publicitados os meus novos escritos, projetos e livros. Agradeço a todos os que têm seguido o que escrevo e espero que continuem a acompanhar-me neste caminho de reflexão e poesia. &#8230;  iniciando o caminho&#8230; Pedro Barão de Campos.]]></description>
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